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Roberto Justus se despede do “Topa ou Não Topa” com baixa audiência

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O ex-apresentador do SBT, Roberto Justus, despediu-se do programa, Topa ou Não Topa, com baixos índices de audiência.

De acordo com dados prévios da grande São Paulo, a atração obteve média de 4 pontos com pico de 7 pontos e 8% de share, ficando em quarto lugar isolado. No mesmo horário, a BAND obteve o terceiro lugar com 5, a Record o segundo com 11.1, e a Globo o primeiro lugar com 19.8.

Os dados são prévios e podem sofrer alterações nos consolidados. 

Lembrando, cada ponto no ibope representa 60 mil domicílios na Grande São Paulo e os dados servem como referencia para o mercado publicitário.

SBT já tem substituto para o “Topa ou Não Topa”

Mesmo com o anúncio da saída de Roberto Justus, o SBT exibirá normalmente o “Topa ou Não Topa” até o final do mês. O reality show deverá ter mais duas edições levadas ao ar, chegando ao fim no próximo dia 25.

Sobre o escolhido para assumir a faixa das segundas logo após “Amor e Revolução”, o canal já tem decidido o que vai colocar no lugar, mas nada será divulgado agora.

Na Anhanguera, há quem defenda a volta do “SBT Repórter” para faixa ou a escalação de uma série com grande apelo popular.

 

RD1

Depois de Justus, Record também tenta tirar autor do SBT

 

A rescisão do contrato do apresentador Roberto Justus com o SBT e sua volta à Record, pode ser só a primeira de uma nova onda de assédio desta emissora a seus ex-contratados. A Record também já sinalizou ao novelista Tiago Santiago que gostaria de tê-lo de volta –mas só se Silvio Santos abrir mão da multa de rescisão, como fez com Justus.

Procurado pela coluna, Santiago disse que pretende cumprir seu contrato com o SBT (2016). No momento, sua novela, “Amor e Revolução”, tem dados números decepcionantes no ibope, por vezes abaixo de 4 pontos.

Em mais de uma ocasião a novela sofreu interferência direta de Silvio Santos ou da direção do SBT, que, entre outras coisas, proibiu um beijo gay entre dois atores e exigiu que a novela parasse de falar em política.

A Record, por sua vez, tem torcido com fé no fracasso do projeto dramatúrgico de Silvio Santos para retomar artistas e profissionais técnicos.

Santiago, 48, assinou com o SBT em 2009, durante a primeira “guerra” entre a TV de Silvio Santos e a do bispo Edir Macedo. Naquele ano as duas empresas se engalfinharam na luta para tirar o maior número de profissionais da outra. Especula-se que a folha de pagamentos do SBT cresceu mais de 25% em apenas uma semana de “guerra”. A folha de pagamentos da Record, que já era gigantesca, só fez crescer. O caso teve lances de “maldade” dos dois lados.

Publicitário, empresário, cantor e showman, Justus, 56, ficou por dois anos no SBT, onde comandou programas como o “1 contra 100” e o “Topa ou Não Topa”. cujos horários sofreram várias mudanças.

Jornal Folha

 

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