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Urgente: Forte terremoto atinge México

Terremoto na Cidade do México

Um terremoto forte e longo de 7,6 graus na Escala Richter com epicentro no Estado de Guerrero, seguido por um abalo secundário no centro-sul do México, tremeu por ao menos um minuto prédios na Cidade do México e fez com que trabalhadores e residentes saíssem assustados para as ruas. Gesso caiu de tetos e janelas quebraram no centro da capital mexicana, mas no Twitter o presidente Felipe Calderón disse não haver informações de danos graves.

Apenas um susto.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos (na sigla em inglês, USGS), que inicialmente marcou a intensidade em 7,9 graus, posteriormente a baixou para 7,6. O terremoto inicial foi seguido por um mais fraco, de magnitude de 5,1 graus, que foi sentido na capital.

Trabalhadores e moradores assustados lotaram as ruas da capital minutos depois do meio-dia local (15h em Brasília). “Tenho problemas de pressão, senti que ia desmaiar”, disse Rosa Maria Lopez Velazquez, 62, do lado de fora do prédio da prefeitura.

O abalo sísmico foi sentido com força no sul do Estado de Guerrero, onde o epicentro a 17,5 km de profundidade foi localizado a 25 km a sudoeste da cidade de Ometepec e perto de Acapulco, na costa do Oceano Pacífico. O Estado vizinho de Oaxaca também foi atingido com força, sendo palco de dois abalos secundários. “Foi muito forte, mas não vimos nada cair”, disse Irma Ortiz, que gerencia um albergue em Oaxaca.

Em sua conta no Twitter, o prefeito da Cidade do México, Marcelo Ebrard, disse que o sistema de água e outros “serviços estratégicos” não foram afetados pelo tremor. Apesar disso, o serviço de telefonia caiu na cidade e em toda a região onde o terremoto foi sentido.

Grupos de mulheres se abraçaram e choraram perto do Monumento pela Independência na Cidade do México, onde centernas que foram retirados dos prédios disseram nunca ter sentido um terremoto tão forte. O aeroporto da capital foi fechado brevemente, mas não há danos nas pistas, e as operações seguem normalmente.

Samantha Rodriguez, uma consultora ambiental de 37 anos, teve de sair do 11º andar do prédio de escritórios Angel Tower. “Achei que fosse passar logo, mas as paredes começaram a tremer e decidimos descer”, disse.

Em Oaxaca, Sylvia Valencia dava aula de espanhol para cinco estudantes adultos na escola de idiomas Vinigulaza quando aconteceu o terremoto. “Alguns de nós se sentaram, outros correram”, relatou. “Foi difícil. O tremor foi forte e longo.”

Opinião: Fogo cruzado

Vivemos em uma democracia, embora muitas vezes isso não aconteça. Cada um tem sua opinião, seu modo de enxergar as coisas. Eu tenho o meu, gostaria de compartilhar e também saber da opinião de cada um dos leitores e comentaristas.

A Polícia Militar na manhã de sexta-feira faria uma operação na favela de Antares, na zona oeste do Rio de Janeiro. Como sempre as equipes de reportagem de várias emissoras é escalada para acompanhar esse tipo de operação, mesmo sabendo de todo risco que a operação oferece.

Coletes a prova de bala são fornecidos pelas emissoras para “proteger” os cinegrafistas e repórteres. Mesmo assim, o risco continua sendo altíssimo, pois todos sabemos que bandidos não utilizam armas tipo revólver calibre 38 ou 22. Esses bandidos que tem essa prática ilícita como profissão utilizam armamento pesado e quantas vezes não vemos pela reportagem armas apreendidas que são de uso exclusivo do exército.

Infelizmente ocorreu o inesperado: um profissional da equipe da Rede Band foi baleado no peito durante os registros do tiroteio envolvendo policiais e bandidos. Gelson Domingos de 46 anos, chegou a ser socorrido, mas não suportou os ferimentos.

Infelizmente.

Agora minha opinião: acredito ser uma tremenda falta de responsabilidade das emissoras, dos profissionais e principalmente da Polícia que permite a presença de civis totalmente desprovida de treinamento, tática, equipamento de segurança no meio de fogo cruzado onde bandidos atiram para matar mesmo não importando se tem crianças ou profissionais trabalhando.

Como pode fornecer apenas um colete a prova de balas para essas pessoas enfrentar um fogo intenso pelas favelas? Estão pensando que o colete segura o quê? Um tiro de fuzil perfura facilmente um simples colete. E agora? Como fica? Fazer um enterro bonito com caixão maravilhoso e com homenagens não vai trazer Gelson de volta!

E a Secretaria de Segurança Pública? Por que permite que equipes de reportagem continuem junto aos policiais em intenso fogo cruzado? Por quê não proíbem esse tipo de reportagem? Por quê esperar o pior acontecer para depois tomar providências? E ainda, quando acontecem esse tipo de tragédia, os policias precisam socorrer as vítimas ficando também desprotegidos e vulneráveis. Precisam prestar socorro e ao mesmo tempo se proteger.

Confronto entre Polícia e traficantes. A população é quem sofre.

É claro que alguns vão dizer que estão ali por liberdade de imprensa, que o papel deles é informar, mostrar a operação policial, o que também concordo e respeito. Agora tente explicar isso aos familiares.

Comente, participe. Queremos saber sua opinião.

                                                                                                                                                            Redação: Tv Foco , feito por : @robsabbatino

Não há registros de vítimas brasileiras no Japão, segundo embaixada

Embaixada brasileira no Japão divulga, em nota, que maior parte dos brasileiros vivem fora das áreas atingidas pelo terremoto

Montagem mostra estragos causados pela chegada do tsunami na cidade costeira de Sendai.

Montagem mostra estragos causados pela chegada do tsunami na cidade costeira de Sendai. (Reprodução/Reuters)

O terremoto de 8,9 pontos na escala Richter que atingiu o Japão nesta sexta-feira não deixou vítimas brasileiras até o momento. De acordo com nota divulgada pela embaixada brasileira em Tóquio, as regiões mais atingidas, que ficam no nordeste do Japão, têm um número reduzido de cidadãos brasileiros.

Segundo a embaixada, as comunicações no país estão prejudicadas e os celulares funcionam com limitações. A telefonia fixa da capital japonesa opera com alguma irregularidade. A embaixada brasileira, que funciona em regime de plantão, pode ser contatada pelo email comunidade@brasemb.or.jp ou ainda pelo telefone: 00 81 3 3404 5211.

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