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Famosa por “Safadeza Oculta” faz campanha para entrar no “Pânico na TV”

Reprodução

Camila Uckers, que virou hit na internet após fazer um vídeo reclamando sobre um site de famosos, que errou o nome da banda RBD, decidiu promover uma mega campanha para poder integrar o elenco do programa “Pânico na TV”, da RedeTV!.

Na tarde desta sábado (19), Camila Uckers alugou três outdoors perto da sede da emissora em Osasco (São Paulo), onde está pedindo um emprego para Emílio Surita, apresentador da atração dominical. Camila ainda fez uma performance vestida de gata, Cleopatra e até de noiva.
A fortalezense não parou por aí: ela também convidou uma escola de samba para estar na porta da RedeTV! na tarde de ontem. A agremiação também fez um samba enredo para a campanha ganhar ainda mais força.

No Facebook, a campanha “Camila Uckers no Pânico na TV” já conta com mais de 2 mil apoiadores e várias mensagens desejando sorte. Já no Twitter, os seguidores de Camila estão usando a hashtag #CamilaUckersnoPanico para ajudar ainda mais na campanha.

Confira o vídeo onde Camila Uckers pede para entrar no “Pânico na TV”:

 

Afinal, pra que serve o ‘BBB’?

“BBB”: ame-o ou deixe-o

Às vésperas do “BBB11″, além do frenesi em torno da lista de participantes, surge o eterno e tedioso debate sobre o papel dos reality shows na televisão. Sempre há a turma que torce o nariz para esse tipo de atração. Segundo os chatos de plantão, o “BBB” não contribui para a formação de cidadãos. Minha pergunta para essa gente é a seguinte: cabe à televisão o papel de formar os brasileiros?

Os reality shows estão presentes desde os primórdios da televisão. O programa de pegadinhas “Candid Camera”, que estreou em 1948 nos Estados Unidos, é a primeira atração do tipo. Contudo, o primeiro reality show baseado em situações e fatos da vida real foi “An American Family”. Exibido em 1973 pela PBS, rede educativa norte-americana (veja só!), o programa acompanhou uma família na qual os pais passavam pelo processo de divórcio e um dos filhos revelava sua homossexualidade.

Porém, apenas duas décadas depois os reality shows tomaram conta da televisão mundial. A origem está na greve dos roteiristas norte-americanos de 1988. Nesta época, as emissoras descobriram que era possível abrir mão da ficção e produzir programas baratos e atraentes para a audiência e anunciantes. Bastavam algumas câmeras, alguns anônimos dispostos a exibir sua intimidade e muita inserção publicitária.

O primeiro sucesso foi “Cops” (1989), atração que acompanhava operações policiais, e que hoje inspira programas como “P24 – Polícia 24 Horas” (Band).

Em 1992, surgiu o programa que é considerado o marco zero dos reality shows contemporâneos. Produzido pela MTV norte-americana, “The Real World” (“Na Real”, no Brasil) reuniu sob um mesmo teto um grupo de adultos recém-saídos da adolescência. As câmeras acompanhavam o dia-a-dia de decepções amorosas, dificuldades acadêmicas e profissionais, despertar da sexualidade, flerte com o vício em álcool e drogas e até a luta pela sobrevivência – passaram pela atração participantes que acabaram vencidos pela Aids, fibrose cística, bulimia e anorexia.

Sete anos depois, estreou na Holanda o “Big Brother”. O reality show repetia “The Real World” ao acompanhar o dia-a-dia de adultos jovens, mas transformou a convivência em uma competição de enjaulados. Nenhum participante podia sair da casa. A cada semana, um confinado era eliminado. O vencedor levava uma bolada de prêmio.

O sucesso foi tão grande que, logo em 2000, o “Big Brother” virou uma franquia e chegou à Alemanha, Bélgica, Espanha, Estados Unidos, Itália, Portugal, Reino Unido, Suécia e Suíça. Desde então, mais de 50 países já produziram uma versão do reality show.

Por aqui, o “Big Brother Brasil” chegou em 2002. É um dos programas de maior audiência e faturamento da Globo. A produção é toda financiada por anunciantes – neste ano, até a reforma completa da casa do “BBB” foi bancada por uma construtora!

Basta Pedro Bial aparecer anunciando mais um “Big Brother Brasil” para a audiência ficar em polvorosa. Os fãs comem, dormem e respiram a atração. Outros, incapazes de conviver com a euforia alheia, fecham a cara. “A pior espécie da estação, no Twitter, é o telespectador enrustido do ‘BBB’. No estilo pitboy que diz odiar veados, mas…”, provocou o psiquiatra Marcelo Arantes, ex-participante da oitava edição do reality show, em seu perfil.

O “Big Brother Brasil” está longe de ser um programa erudito. É entretenimento em sua forma mais simples e, talvez, mais pobre. No entanto cumpre seu papel: divertir. Além disso, como já escrevi aqui no Yahoo! sobre “A Fazenda 3″, a mesquinharia do ser humano é o combustível dos reality shows. Não sou chato a ponto de encarar este tipo de programa como um experimento sociológico. Porém, certamente os reality shows servem como espelho de uma sociedade cada vez mais egoísta, onde a moral praticamente inexiste e a ética passa a ser elástica, pois os interesses individuais sobrepõem o bem comum.

Por isso o “BBB” é fruto de tanto amor e ódio. A atração é um sucesso na mesma proporção em que emula situações da vida real, mesmo com participantes que não se expõem 100% diante das câmeras e as suspeitas de manipulação. Sem a soberba erudita, durante três meses o “Big Brother Brasil” mexe com as emoções e convicções da audiência. Eu dou de ombro para toda a polêmica. Assisto e me divirto!

Por Ale Rocha – Yahoo

OBS: Eu não gosto…Sinceramente esses Realitys Shows atualmente estão fracos e chatos…

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