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Dúbio, estatuto do C13 dá brecha para clubes contestarem Koff na presidência

Texto do estatuto do Clube dos 13 é dúbio e dá margem para clubes contestarem Fábio Koff

Texto do estatuto do Clube dos 13 é dúbio e dá margem para clubes contestarem Fábio Koff

O Clube dos 13 se ampara em seu estatuto para manter sua ligação com os clubes dissidentes e evitar o racha político sobre a negociação dos direitos de TV do Campeonato Brasileiro. No entanto, o texto que rege a entidade é dúbio e dá margem para que se questione até a legitimidade da presidência de Fábio Koff.

A reportagem do UOL Esporte teve acesso ao estatuto do Clube dos 13, aprovado em 2007 em assembleia geral e vigente desde então. O problema está na alínea “a”, do artigo 27 da seção II, que fala sobre os requisitos para que alguém possa exercer a presidência.

“Não estar no exercício de presidente de entidade filiada à associação nem em cargo diretivo de entidade de administração do desporto ou ter exercido anteriormente cargo eletivo em qualquer entidade de prática desportiva integrante da Associação”, diz o texto.

O UOL Esporte consultou os advogados Felipe Ezabella, Gustavo Lopes e Roberto Barros, além de um quarto que preferiu não se identificar, todos advogados especializados em direito desportivo. Todos concordaram que, de acordo com o texto, Fábio Koff, ex-presidente do Grêmio, não poderia exercer a presidência do Clube dos 13, entidade que preside desde 1997.

Roberto Barros, da Campos Mello Advogados, faz a ressalva de que a situação poderia estar legalizada caso os clubes tenham concordado com isso, independentemente do que está escrito no estatuto. “Como é uma entidade privada, se os sócios quiserem decidir algo de modo diferente do que está no estatuto, eles podem. É diferente do que aconteceria em um órgão público, por exemplo”, disse Barros.

Só que o Clube dos 13 não vai tão longe. Segundo o diretor jurídico da entidade, Celso Rodrigues, há uma interpretação distinta para o texto. “A alínea ‘a’ tem dois entendimentos: um é que o candidato não pode ser presidente de entidade nem ter um cargo diretivo de entidade de administração. E tem a afirmação separada da primeira, que é de que ele tem de ter exercido um cargo eletivo em um clube anteriormente”, avaliou.

A interpretação de Rodrigues é contestada também por Thais Nicoletti, consultora de língua portuguesa do UOL. “A sequência de negativas deu-se na forma ‘não X, nem Y ou Z’, sendo tudo negativo. Se eles quisessem ressaltar que alguém tem de ter exercido um cargo eletivo, eles deviam ter usado outro termo, porque a linguagem usual indica que todos os termos estão na negativa”, disse Nicoletti.

Perguntado sobre as interpretações distintas, Celso Rodrigues rebateu. “O que os advogados pensam e sua orientadora pensa não têm relevância para o Clube dos 13. Sua orientadora não estava na assembleia geral. O que não pode é os teus advogados e tua orientadora ficarem fazendo interpretação de acordo com aquilo que tu queres”, disse o diretor jurídico do Clube dos 13.

Mais que a legitimidade da presidência de Koff, a interpretação dúbia coloca em xeque o peso do estatuto, grande argumento da entidade na guerra política. Como mostrou o UOL Esporte na última terça, os clubes concederam ao Clube dos 13 suas autonomias para negociação de direitos de transmissão.

Dessa forma, eles só poderiam conversar diretamente com as TVs caso deixem a entidade, o que só acontecerá em, no mínimo, 60 dias. O cenário mais provável é que uma rival da Globo, que disse que não participará do processo, vença a licitação. Somente depois disso é que a emissora carioca abordará os dirigentes separadamente, com uma proposta maior, para que todos mantenham a atual parceria.

Só que todo esse cenário só é possível graças ao estatuto do Clube dos 13. O problema é que, ao mesmo tempo que garante a entidade como negociadora dos direitos de transmissão, ele também coloca a legitimidade de Koff em xeque.

Uol Esporte

Dilma Rousseff participa do programa Mais Você

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A presidente Dilma Rousseff gravou entrevista com a apresentadora Ana Maria Braga, do programa Mais Você (Globo), na manhã desta segunda-feira (28) para ser exibida nesta terça-feira (1º).

Ela chegou de helicóptero à Central Globo de Produção, em Jacarepaguá, por volta de 11h20, e foi direto para o estúdio do programa.Durante o trajeto, Ana Maria acompanhou a presidente e sua comitiva pelo Projac.

No café da manhã, elas falaram sobre diversos assuntos, entre eles o drama comum que viveram: ambas sofreram de câncer e falaram sobre a luta que travaram para vencê-la.

A apresentadora também comentou o fato de a presidente passar uma imagem de pessoa durona. Dilma comentou que é comum se esperar da mulher uma certa fragilidade, mas ela acredita que essa visão começa a mudar.

– Acho que, a partir de agora, isso vai começar a ser encarado como uma coisa normal e natural. As pessoas vão se acostumar com cada vez mais mulheres conquistando espaço.

Uma surpresa foi a participação, em vídeo, da ex-candidata à presidência da República Marina Silva. Ela falou sobre a falta de igualdade de oportunidades e Dilma rapidamente enfatizou a necessidade de políticas sérias para, não só inserir cada vez mais a mulher no mercado de trabalho, como também tratar a questão salarial.

A presidente destacou também a violência contra a mulher e a importância que dará à lei Maria da Penha.

No quarto bloco, a conversa foi para a cozinha. Juntas, elas prepararam uma omelete de queijo. A presidente se encarregou de todos os ingredientes, enquanto falava sobre o aumento do poder de compra do brasileiro.

O programa Mais Você vai ao ar de segunda

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A presidente Dilma Rousseff gravou entrevista com a apresentadora Ana Maria Braga, do programa Mais Você (Globo), na manhã desta segunda-feira (28) para ser exibida nesta terça-feira (1º).

Ela chegou de helicóptero à Central Globo de Produção, em Jacarepaguá, por volta de 11h20, e foi direto para o estúdio do programa.Durante o trajeto, Ana Maria acompanhou a presidente e sua comitiva pelo Projac.

No café da manhã, elas falaram sobre diversos assuntos, entre eles o drama comum que viveram: ambas sofreram de câncer e falaram sobre a luta que travaram para vencê-la.

A apresentadora também comentou o fato de a presidente passar uma imagem de pessoa durona. Dilma comentou que é comum se esperar da mulher uma certa fragilidade, mas ela acredita que essa visão começa a mudar.

– Acho que, a partir de agora, isso vai começar a ser encarado como uma coisa normal e natural. As pessoas vão se acostumar com cada vez mais mulheres conquistando espaço.

Uma surpresa foi a participação, em vídeo, da ex-candidata à presidência da República Marina Silva. Ela falou sobre a falta de igualdade de oportunidades e Dilma rapidamente enfatizou a necessidade de políticas sérias para, não só inserir cada vez mais a mulher no mercado de trabalho, como também tratar a questão salarial.

A presidente destacou também a violência contra a mulher e a importância que dará à lei Maria da Penha.

No quarto bloco, a conversa foi para a cozinha. Juntas, elas prepararam uma omelete de queijo. A presidente se encarregou de todos os ingredientes, enquanto falava sobre o aumento do poder de compra do brasileiro.

O programa Mais Você vai ao ar de segunda a sexta-feira às 8h, na Globo.

Fonte: Portal R7

a sexta-feira às 8h, na Globo.

Fonte: Portal R7

Apuração por estado -Presidenciaveis!

https://i0.wp.com/natelinha.uol.com.br/imagens/eleicoes2010.jpg

Apuração por Estado – presidenciáveis
Candidato DILMA JOSÉ SERRA MARINA SILVA
Acre Acre 23,80% 52,16% 23,54%
Alagoas Alagoas 50,92% 36,46% 11,50%
Amapá Amapá 47,38% 21,36% 29,71%
Amazonas Amazonas 64,98% 8,47% 25,72%
Bahia Bahia 62,62% 20,98% 15,74%
Ceará Ceará 66,30% 16,36% 16,36%
Distrito Federal Distrito Federal 31,74% 24,30% 41,96%
Espírito Santo Espírito Santo 37,25% 35,44% 26,26%
Goiás Goiás 42,23% 39,48% 17,18%
Maranhão Maranhão 70,65% 15,09% 13,59%
Mato Grosso Mato Grosso 42,94% 44,16% 12,00%
Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul 39,86% 42,35% 16,88%
Minas Gerais Minas Gerais 46,98% 30,76% 21,25%
Pará Pará 47,93% 37,69% 13,39%
Paraíba Paraíba 53,21% 28,43% 17,64%
Paraná Paraná 38,94% 43,94% 15,91%
Pernambuco Pernambuco 61,74% 17,37% 20,30%
Piauí Piauí 67,09% 20,93% 11,41%
Rio de Janeiro Rio de Janeiro 43,76% 22,53% 31,52%
Rio Grande do Norte Rio Grande do Norte 51,76% 28,14% 19,16%
Rio Grande do Sul Rio Grande do Sul 46,95% 40,60% 11,33%
Rondônia Rondônia 40,73% 45,40% 12,71%
Roraima Roraima 28,72% 51,03% 18,77%
Santa Catarina Santa Catarina 38,71% 45,77% 13,99%
São Paulo São Paulo 37,31% 40,66% 20,77%
Sergipe Sergipe 47,67% 38,05% 13,26%
Tocantins Tocantins 50,98% 27,99% 20,56%
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