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Chimpanzé dos filmes de Tarzan morre aos 80 anos

Chita, o chimpanzé que protagonizou os filmes de “Tarzan” nas décadas de 30 e 40, morreu aos 80 anos, anunciou o santuário da Flórida no qual o animal viveu por mais de 50 anos.

“É com grande pesar que comunicamos a perda de um querido amigo e um membro da família em 24 de dezembro de 2011”, afirma o site do Santuário Suncoast Primate de Palm Harbor, na Flórida.

Chita participou, entre outros, dos filmes “Tarzan, o Homem Macaco” (1932) e “Tarzan e sua Companheira” (1934), filmes clássicos que relatam as aventuras de um homem criado na selva, protagonizados por Johnny Weissmuller e Maureen O’Sullivan.

O chimpanzé, que chegou ao santuário em 1960, amava pintar com os dedos e assistir jogos de futebol americano. Ficava calmo ao ouvir músicas cristãs, afirmou ao jornal Tampa Tribune Debbie Cobb, diretor do Suncoast Primate.

“Ele sabia quando eu tinha um dia bom ou ruim. Sempre tentava fazer com que eu sorrisse se estivesse em um dia ruim. Era muito sintonizado com os sentimentos humanos”, comentou Cobb.

Ron Priest, um voluntário que trabalha no santuário, afirmou que Chita se destacava porque conseguia parar com as costas erguidas, como um humano, além de ter outros talentos.

“Quando não gostava de alguém ou algo acontecia, pegava parte de seus excrementos e lançava. Podia arremessar a quase nove metros através das barras de sua jaula”, recordou Priest.

F5

Morre o ator Rodolfo Bottino

Rodolfo BottinoFotos de Rodolfo Bottino durante a peça Homens, Santos e Desertores, um de seus últimos trabalhos. Nas imagens, ele contracena com o ator Nelson Yabeta

Rodolfo Bottino, ator e chef de cozinha, faleceu na manhã deste domingo (11), em Salvador.

Aos 52 anos, seu falecimento foi em decorrência de embolia pulmonar durante um exame para uma futura cirurgia no quadril.

Como ator, participou de grandes sucessos, sendo um deles o personagem Lauro, na minissérie Anos Dourados (Globo), em 1986. Também deixou sua marca no teatro e no cinema.

Amante da culinária, se formou chef de cozinha, no curso Le Cordon Bleu, na França. Foi dono do restaurante Madrugada, no Rio de Janeiro, e apresentou o programa Bottino Ali Na Mesa (Rede Mulher), em 1998.

Quando completou 50 anos, revelou ao público que era portador do vírus da Aids desde os anos 90. Sobre a doença, era um exemplo de otimismo.

Um de seus últimos trabalhos foi a peça Homens, Santos e Desertores, que esteve em cartaz no Rio de Janeiro até julho deste ano.

Atirador foi à escola uma semana antes do ataque, diz diretor

Ele pediu histórico escolar, que seria entregue na quinta, data do tiroteio.
Diretor de escola na Zona Oeste do Rio deu entrevista exclusiva ao G1.

Tahiane Stochero Do G1 RJ

Diretor de escola em Realengo (Foto: Tahiane Stochero/G1)Diretor Luiz Marduk, da escola em Realengo
(Foto: Tahiane Stochero/G1)

O diretor da Escola Municipal Tasso da Silveira, Luiz Marduk, de 55 anos, diz que o assassino Wellington Menezes de Oliveira esteve no colégio uma semana antes do ataque que deixou 12 crianças mortas pedindo a segunda via do histórico escolar. A secretaria marcou para esta quinta-feira (7), o dia do ataque, a entrega do documento. Marduk conversou com exclusividade com o G1 dentro da escola onde houve o ataque.

“Ele veio na semana passada aqui na escola e pediu na secretaria a segunda via do histórico escolar. Naquele dia, ele perguntou se a professora Dorotéia ainda estava na sala de leitura. Os funcionários confirmaram. Ontem, quando ele chegou aqui, pegou o documento e perguntou se podia ir à sala de leitura falar com a Doróteia. Foi tudo planejado, premeditado, e ele usou as informações que obteve para se aproveitar para colocar a sua maluquice em prática”, disse Marduk.

“A Doróteia contou que ele chegou e falou normalmente com ela, não parecia drogado, nem alcoolizado. Ela perguntou se ele iria fazer uma palestra para os alunos, pois temos uma semana em que ex-alunos que tiveram sucesso vêm aqui contar suas experiências de vida, denominada na escola de “prata da casa”. Ele respondeu para ela que não, mas ficou com a informação”, disse o diretor.

“CHACINA DO REALENGO” Familiares dão adeus às vítimas, no Rio

Noticias do G1

Enterros começaram no fim da manhã desta sexta-feira (8).
No Jardim da Saudade, avó de vítima passou mal e precisou ser socorrida

Começaram a ser enterrados, no fim da manhã desta sexta-feira (8) os corpos de crianças mortas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

No cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, a avó de Larissa dos Santos Atanásio passou mal e precisou ser socorrida. Os parentes se despediram da menina com cânticos. As cerimônias foram marcadas por muita emoção.

No cemitério do Murundu, em Realengo, o padrinho de Laryssa Silva Martins se emocionou: “Ela era uma menina tranqüila, meiga e amada e que pretendia ser marinheira. O sonho dela era ganhar dinheiro para ajudar o pai, que é aposentado. Uma pessoa não pode sair por aí airando em crianças. Os tiros que ele deu atingiram todo mundo.”

O secretário de Segurança Pública do Rio, José Mariano Beltrame, foi até o enterro no cemitério. “Trata-se de um ato de uma pessoa fora das suas faculdades mentais. Foi um ato isolado, e as perícias e depoimentos estão mostrando isso. Foi uma ação de uma pessoas doente e que infelizmente acarretou nesse episódio. Qualquer tipo de diagnostico ou avaliação é muito pequeno perante a dor e a monstruosidade desse ato. Esse foi um episódio que envolveu uma pessoa insana o que dificultou fazermos algo relacionado a policiamento. ”

O prefeito Eduardo Paes também esteve nos cemitérios do Murundu e em Sulacap, ambos na Zona Oeste, cumprimentar os familiares das vítimas. “Vim aqui para dar um abraço nas famílias. É uma tragédia que abalou toda a cidade. Está todo mundo muito consternado com o que aconteceu. O que a gente pode fazer agora é tentar dar algum carinho e um abraço, como pai e carioca. Eram crianças que buscavam seu futuro numa escola e diante de um ato brutal tiveram suas vidas tiradas. Nada vai reparar a perda que eles tiveram”, disse o prefeito.

“CHACINA NO RJ” Secretaria de Saúde confirma 11 mortos em ataque

  Reprodução/Tv RecordReprodução/Rede Record

Multidão se concentrou em frente a escola em Realengo
 
O secretário Estadual de Saúde e Defesa Civil, Sérgio Côrtes, confirmou no final da manhã desta quinta-feira (7) 11 mortos no ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste, do Rio. Segundo ele, morreram nove meninas, um menino e o próprio atirador. Os estudantes tê entre 12 e 14 anos. Mais cedo, policiais militares e oficiais do Corpo de Bombeiros, informaram que 12 crianças haviam morrido. Segundo informações preliminares, cerca de 22 pessoas foram feridas, quatro delas estão em estado grave.

O atirador, que foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, e que seria ex-aluno da escola, invadiu uma das salas de aula atirando. De acordo com Sérgio Côrtes, as crianças foram atingidas no tórax, abdômen e cabeça, áreas consideras vitais, o que indica que o atirador tinha intenção de matar.

– Eu não esperava na minha vida um momento como esse. Médicos que não estavam de plantão vieram e estão no centro cirúrgico.

Wellington teria tentado fugir, mas foi interceptado por policias que faziam uma operação na região. Ele estaria com duas armas e teria se suicidado após fazer os disparos.

De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, cerca de 1.000 alunos estudam na escola, dos quais 400 no turno da manhã, do 4º ao 9º ano, com idades que variam entre 9 e 14 anos.

O morador Evaldo Machado, que estava na janela de casa, próximo à escola, contou como foi a situação.

– Eu estava tomando café na janela quando vi uma correria de várias crianças saindo da escola. Eu contei pelos menos 13 feridas. Elas foram retiradas em carros particulares.

Por volta das 9h30, centenas de pessoas estavam aglomeradas na porta da escola. Policias isolaram a área e várias ruas no entorno estão fechadas.

Dois helicópteros da Polícia Civil foram ao local para ajudar no resgate às vítimas.

O prefeito Eduardo Paes chegou à escola por volta das 10h. 

Segundo investigadores da Polícia Civil, o homem estava com colete à prova de balas, usava roupa preta e luva. Na carta deixada por ele, havia menções ao Islamismo e tinha referências às práticas terroristas.

Informações do R7

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